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SHERLOCK HOLMES – “Smart is the new Sexy”

Eu nunca fui muito fã de seriados. Nunca soube ao certo o porquê. Na verdade acho que sempre fui meio avessa aos comentários virais nas redes sociais sobre coisas como The Walking Dead, House, The OC (mimimimi). Nem de Friends eu gosto. Buuuuut ok. Chegou um dia em que meu namorado insistentemente me fez assistir os dois filmes que contam a saga do detetive Sherlock Holmes, interpretado o nosso amigo e Iron Man, Robert Downey Jr .

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Mais clássico e no estilo bang-bang, os dois filmes de Sherlock Holmes foram minha iniciação a paixão pelo detetive.

Mais clássico e no estilo bang-bang, os dois filmes de Sherlock Holmes foram minha iniciação a paixão pelo detetive.

Dai você se pergunta: e o que tem a ver os filmes do Sherlock Holmes com o fato de eu odiar séries? Te explico. Depois de assistir esses dois filmes e escutar um milhão de comentários  do meu namorado (que é louco por séries) sobre como a atuação de Robert Downey Jr  era milimetricamente perfeita para decorar as cenas de dedução do personagem, ele me desafiou: existe um seriado e, deste, você vai gostar.

Virgem em seriados (e viciada em novelas das 21h) e depois de muito relutar, dei uma chance a ele. Em menos de uma semana ele tinha as duas (e unicas) temporadas do seriado inglês SHERLOCK, cujo protagonista é interpretado pelo caricato Benedict Cumberbeatch .

 sherlock

Fascinante. Bastou o primeiro episódio para que eu me entregasse ao incrível enredo. A atuação de Benedict me trazia a sensação de que eu estava em Londres e de que tudo era real.  A performance de  Martin Freeman, na pele de John Watson (elementar!) não deixava por menos. A quimica dos dois personagens era só mais um ingrediente de sucesso do seriado. As expressões de Benedict  me davam a impressão de que ele era o próprio Sherlock.

As cenas de dedução e de recomposição dos casos solucionados pelo detetive dão um show a parte. Textos longos, falados sem qualquer (ou nenhuma pausa), fazendo com o que eu me prendesse em cada palavra dita e, se perdesse qualquer parte, me fazia voltar e rever toda a cena. Isso, sem falar na edição. A medida em que Sherlock vai deduzindo as pistas dos crimes, palavras aparentemente desconexas vão surgindo na tela, em planos e tamanhos diferentes, como se pudéssemos ler a mente do personagem e desvendar com ele, cada detalhe da cena.

sherlock holmes

A edição das cenas de dedução de Sherlock espalham seus pensamentos pela tela, nos fazendo acompanhar cada trecho da sua linha de raciocínio.

A atuação de Freeman não fica pra trás. Um médico de guerra que, sem saber (e quase sem querer) acaba totalmente envolto na solução dos crimes que Sherlock se dispõe a  “ajudar” a policia. Whatson tenta levar uma vida normal, mas, inevitavelmente – e a cada episódio mais – vai aperfeiçoando seu poder de dedução, influenciado por Holmes.

Confesso que, depois de alguns episódios, cheguei a considerar que os dois personagens pudessem ter algum tipo de “relação afetiva”.  Acho, inclusive, que os próprios criadores do seriado, Mark Gatiss e Stevem  Moffa  chegaram a cogitar esta hipótese. Mas, não passam de impressões. Em algumas cenas – recorrentes, inclusive-  Whatson faz questão de dizer as pessoas que não é gay e que não namora Sherlock.

A aproximação de John Watson e de Holmes chegou a confundir o publico do seriado sobre o quão gays eles seriam.

A aproximação de John Watson e de Holmes chegou a confundir o publico do seriado sobre o quão gays eles seriam.

Entrando no aspecto de relacionamentos, inclusive, Whatson parece o unico a querer firmar sua masculinidade. Tenta -frustradamente – se relacionar com inúmeras mulheres durante a série, mas esbarra sempre em um dos seus maiores obstáculos, Sherlock Holmes. O detetive, altamente auto-suficiente, não demostra qualquer sentimento por qualquer coisa. Morte, amor, amizade. Nem mesmo ao irmão, o preocupado Mycroft – interpretado, inclusive,  por um dos criadores (Mark Gatiss)  – ele demostra qualquer tipo de expressão. E isso torna a série por vezes cômica, mostrando as inúmeras maneiras que Mycroft usa para proteger seu irmão.

Mycroft Holmes, ao contrário do irmão, utiliza suas habilidade com a dedução para ajudar o governo britânico.

Mycroft Holmes, ao contrário do irmão, utiliza suas habilidade com a dedução para ajudar o governo britânico.

Falando em comicidade, acredito que o que mais me envolveu em SHERLOCK foi a mistura dos momentos de tensão com os de comédia. A impaciência, arrogância e falta de sentimentos e expressões de Sherlock Holmes, misturada à incrível atuação de Cumberbatch, traz o equilíbrio perfeito entre o risível e o assustador. A confiança do detetive e a sede por novos casos a serem solucionados envolvem qualquer um. É como se o medo e a tristeza simplesmente não existissem em alguém.

Sherlock nu, no Palácio de Buckingham

Sherlock nu, no Palácio de Buckingham.

Bem como o amor. Na verdade, ao contrário de seu fiel escudeiro Watson, Sherlock só demostra “atração” por alguém em um dos episódios da série. Irene Adler, interpretada pela incrível Lara Pulver é uma Dominatrix que “atende” homens poderosíssimos e acaba na mira de criminosos quando possui informações que não podem vazar. Acaba, como no filme, se tornando o único “affair” de Sherlock Holmes.

Irene vestindo sua melhor roupa em seu primeiro encontro com o detetive.

Irene vestindo sua melhor roupa em seu primeiro encontro com o detetive.

Outro sentimento que o intocável Holmes acaba demonstrando na série é a amizade por John Watson. Era de se esperar, visto que o roomate do detetive, mesmo que distante, está presente em todos os casos. Chegam até a serem presos juntos. (que meio gay, mas ok)

Sherlock e seu....BFF, John Watson.

Sherlock e seu….BFF, John Watson.

O clímax do seriado está em Moriarty, interpretado por Andrew Scott. O vilão, tão – ou até mais – inteligente e dedutivo que Sherlock, não faz a linha “vilão que se dá mal”. A grande motivação e distração da sua vida é fazer Sherlock desvendar seus enigmas (que envolvem mortes, subornos, pessoas inocentes, bombas e até invasão em todos os sistemas de segurança de Londres).

Destaque para as cenas de diálogo entre os dois. Uma troca de frases de efeito, recheadas de indiretas, e, posteriormente, pistas que nos levarão aos próximos passos de Moriarty, compõe cenas agradáveis em que os dois parecem velhos amigos de infância.

“Todo conto de fadas tem seu vilão” – Moriarty para Sherlock durante um café da tarde.

“Todo conto de fadas tem seu vilão” – Moriarty para Sherlock durante um café da tarde.

A questão é:  o que acontece quando acaba a criatividade e a paciência de Moriarty com Sherlock?

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O seriado – bem como sua trilha sonora IMPECÁVEL-  acaba deixando um enorme gosto de quero mais. Fato. Fiquei decepcionada quando, ao final do ultimo episódio da série, meu namorado me disse que a terceira temporada estava sendo gravada e tinha previsão de lançamento para Dezembro de 2013 (OMG!) ????. O final é completamente cheio de pontas soltas. Minha reação ao assisti-lo foi ???? ACABÔ?

E foi assim. Nos dias que se seguiram cheguei a ver um ou dois episódios de Elementary (o seriado americano sobre Sherlock Holmes) mas, definitivamente não é a mesma coisa – a começar pelo fato de que Watson é interpretado pela Lucy Liu (essa mesma, a japinha das Panteras). Mas, isso é assunto pra um próximo post.

Elementary e a Lucy Watson.

Elementary e a Lucy Watson.

Se interessou? Por enquanto a série só passa na BBC – e não no Brasil 😦 – Se você (como meu namorado), quiser comprar as duas temporadas de SHERLOCK, elas custam em média $100 (as duas) e podem ser encontradas em livrarias ou compradas online.

E pra quem ficar apaixonado pela história (e pelo LINDO do Benedict Cumberbatch – que estará em breve nos cinema em Star Trek 2) pode conferir tudo no blog Sherlock Brasil.

Eu indico, super vale a pena!

Espero que tenham gostado da dica.

Beijão!

Rayssa Almeida, colaboradora do blog.

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Melhores Momentos do VMA 2011

vma

No último final de semana ocorreu o VMA. Todos os anos essa data é celebrada por muitos do twitter como uma forma de se vingar das inúmeras quartas feiras e domingos onde a nossa timeline é floodada por futebol. Só dava a hastag #VMA brilhando linda na noite do domingo.

Se você perdeu, separamos os melhores momentos, se você viu vai poder relembrá-los conosco. Ninguém esperava muito da noite, afinal, 2011 foi um ano uó, se comparado com 2010. Tirando a Adele, nenhuma grande revelação. Faltou single, faltou novidade e criatividade para os artistas.

Na entrada, palmas para a Maria Gadu que calou todo o mundo exibindo sua cobra para a galera. E você duvidando que o Justin Bibier tinha uma cobrinha né, cadê seu Deus agora?

jutin bibirNas apresentações, todos esperavam com ansiedade qual a roupa maluca que seria usada pela Lady Gaga, e ela supreendeu a todos usando uma roupa bem básica. Tudo bem que era ela tava de garoto, mas isso é só um detalhe né. Confira You and I, cantada pelo Jo Calderone.

Enquanto isso Adele sofria bullying na platéia, com todas as divas do pop esfregando seus corpos magros na cara dela.

Rihanna tentou entrar na festa, mas foi barrada ao perceberem que seu convite era falsificado. Uma pena, teve que ver na televisão que Chris Brown arrebentou na dança.

É claro que quem sofre bullying, sempre acaba reagindo. Adele mostrou a todas que se elas tem um corpo, Adele tem uma voz. Só com piano e microfone ela fez uma das melhores performances que o VMA já viu cantando Someone Like You.

Tentando corrigir o erro de ter dado o prêmio da categoria masculina para uma menina, a produção do VMA resolveu dar o feminino para a Gaga que estava de piazinho.

Antes disso teve a Britney tirando as teias de aranha da estante de prêmios dela. A Neide Spears(apelido carinhoso dado por fãns brasileiros) também foi homenageada pela Lady Gaga durante a premiação. Lady Gaga de Jo Calderone mostrou que pode fazer stand up comedy e na brincadeira quase beijou a Neide na boca.

Para completar a santíssima trindade do pop, Britney e Gaga chamaram a futura mamãe Beyonce pro palco. Todas oram para que a criança não vire um shake do amor dentro da barriga dela, afinal como dança né. Beyonce também praticou bullying em sua apresentação, mostrando a todos que ela canta e dança, com ela não tem truque.

E teve a homenagem a Amy Winehouse que a poucos dias completou um mês sem ingerir bebidas alcólicas e usar drogas. Todo mundo esperava uma grande voz para homenageá-la, rolou até um boato que seria um Adele feat Gaga, mas quem acabou cantando Valerie para tristeza de uns e alegria de outros foi o Bruno Mars.

Em algum momento da noite tivemos Selena Gomez e o Taylor, mas conhecido como o lobo da saga gay vampiresca Crepúsculo, apresentando a revelação do ano. Eu pensei que o palco tinha sido invadido, mas na verdade eram os garotos do Tyler the Creator. Nesta hora eu não sabia se ria da mãe dos garotos desesperada e aos prantos de orgulho dos piás ou da Selena com cara de medo e fugindo do palco.

Para encerrar a noite, Katy Perry ganhou o prêmio de melhor vídeo de 2011 com Firework e foi vestida “The Sims” da vida real receber o prêmio. Essas garotas pensam que podem aparecer e causar sendo estranhas, mas isso é uma coisa que combina com a Gaga que é esquisita por natureza, elas só arrancam risos. Katy, você não precisa disso né.

E esse foi o resumo do que ocorreu no VMA 2011. E vocês, o que acharam da premiação?

Um super BjoMeChupa,

@PirulitodBanana

Rapidinha no cinema!

A semana de estréias no blog ainda não terminou. A terceira Banana’s Writter a integrar nossa equipe é a Ana Paixão! A Ana trará para nós as novidades do cinema semanalmente, para que você possa fazer a escolha certa na hora de convidar aquele corpo magia para dar uma “rapidinha no cinema”. Confira o post da Ana, dê sua opinião, afinal é o leitor que decide quem fica e quem sai da equipe!

Super BjoMeChupa,

@Pirulitodbanana 

Rapidinha no cinema!

Quero dizer que estou muito feliz por estar aqui! Agradeço ao Pirulito e a vocês por me receberem no blog!  Se vocês me aceitarem estarei sempre aqui aos finais de semana para dar dicas de cinema! Essa coluna é justamente para deixá-los antenados sobre os principais filmes e lançamentos da telona!

E para que nossa primeira rapidinha seja bem gostosa e marcante, hoje vamos conferir três filmes que estreiam nesse final de semana. Escolha o seu, chame o corpo magia e divirta-se.

Melancolia

É um típico filme de ficção científica, tendo em seu elenco Kirsten Dunst, Charlotte Gainsbourg, Kiefer Sutherland, Charlotte Rampling. Um planeta chamado Melancolia está prestes a colidir com a Terra, o que resultaria em sua destruição por completo. O desespero causado pela anunciação do desastre faz com que Justine (Kirsten Dunst), que está celebrando seu casamento com Michael (Alexander Skarsgard), se reaproxime de sua irmã Claire (Charlotte Gainsbourg) que, até então, havia se afastado com o tempo.

Os Smurfs

Animação e aventura! É o que prometem essas minúsculas criaturas azuis que vivem escondidas na floresta até serem descobertas pelo malvado feiticeiro Gargamel e serem obrigados a fugir através de um portal mágico. As pobres criaturinhas que marcaram a infância de muita gente vão parar no Central Park, em Nova Yorque, mas precisam voltar para a vila na floresta antes que Gargamel os encontre.  Saiba mais aqui.

Quero Matar Meu Chefe!

Sua chefe é uma ninfomaníaca tarada? Seu chefe é um psicopata manipulador? Seu chefe é um idiota mau caráter? O enredo conta as dificuldades que três amigos enfrentam em relação aos seus respectivos chefes até se unirem para enfim eliminá-los! No elenco: Jamie Foxx, Colin Farrell, Jennifer Aniston, Jason Bateman, Julie Bowen, Charlie Day, Kevin Spacey, Isaiah Mustafá. Cheirinho de comédia boa, não acham?

E aí, gostaram?

Eu vou de Quero Matar meu Chefe! (Nada pessoal, Rsrsrs!) E vocês?

Beijo, me siga!

@Aniiissima

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